Sábado, 18 de Julho de 2009
Hoje sinto-me assim...
Do it now
You know you are
You feel it in your heart
And your burning and wishin
At 1st wait, it won't be on a plate
Your gonna work for it harder and harder
And I know cause I've been there before
Knockin on door with rejection (rejection)
And you'll see cause if it's ment to be
Nothing can compare to deserving your dream
[Chorus]
It's amazing it's amazing all that you can do
It's amazing it makes my heart sing
Now it's up to you
Pactents now frustration in the air
And people who don't care
Well it's gonna get you down
And you'll fall (fall)
Yes you will hit a wall
Get back up on your feet
And you'll be stronger and smarter
And I know I've been there before
Knockin on door wont take no for an answer
And you'll see cause if it's ment to be
Nothing can compare to deserving your dream
[Chorus]
It's amazing it's amazing all that you can do
It's amazing it makes my heart sing
Now it's up to you
Desculpem lá mas vou ter que falar outra vez do Harry Potter
Diz o F.J.V
Lamento discordar do FJV (mais ou menos) e do Vaticano mas acho que o que não falta ao Harry Potter são alusões ao transcedente. A sério. E não estou só a falar de quando eles agitam uma varinha e fazem coisas levitar. Aliás, sempre achei que uma das coisas que está obviamente patente nos livros do Harry Potter é a ideia nítida da existência de uma vida depois da morte. Afinal, eles aparecem uns aos outros e, aparentemente, também se encontram uns aos outros depois de morreram e no sétimo livro há um capítulo que está directamente relacionado com a passagem da vida para a morte. Por isso, não me venham dizer que não tem alusões ao transcedente.Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
Um prémio para esta senhora já!
Absurdo
Vocês são uns idiotas. Dito isto, penso que posso passar ao assunto que me levou a escrever. Esta ideia rídicula de se proibir os homossexuais de darem sangue é tão absurda que eu nem tenho palavras para descrever. Contudo há outras questões que eu gostaria de colocar. Primeiro de tudo, como é que tencionam descobrir quem é homossexual ou quem não é. Acham mesmo que as pessoas vão responder afirmativamente a essa pergunta se forem dar sangue? Depois, os homossexuais são um grupo de risco tanto como os heterossexuais. Se calhar o Ministério da Saúde é como determinadas instituições neste país e parou em 1980 ou mesmo antes. Acham mesmo que a irresponsabilidade doentia só pertence a um grupo sexual? A sério? Mesmo? Ou acham que as doenças sexualmente transmissíveis tem preferência por homossexuais?
Além disso, mesmo que os homossexuais sejam um grupo de risco, não há exames que se fazem ao sangue? Ou acham que em 10 gays que vão doar sangue, 9 vão ter SIDA ou outra doença qualquer? E não acham que com tantas pessoas verdadeiramente doentes a precisar de sangue, esta decisão é estúpida na medida em que se está a criar restrições rídiculas a uma coisa que é uma necessidade urgente?
E o mais engraçado disto tudo, é que esta decisão vem de um Ministério da saúde de um Governo que se diz de Esquerda. Se ainda fosse de Direita, continuava a ser absurdo mas não era assim tão extraordinário. Agora do PS? Quando o PS quer tornar legal o casamento entre pessoas do mesmo sexo? Então isto não é uma enorme contradição de termos? Podem sempre dizer aos gays: "Ah vocês a partir de agora podem casar-se, não podem é dar sangue porque são potenciais focus de doenças. Isto quem tem uma coisa não pode ter outra". Haja vergonha. Por favor, haja vergonha.
Cumprimentos,
Daniela Major
Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Paradoxos ou não tanto
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Da coerência
Há dois anos, Roseta candidatou-se contra António Costa. Agora faz um acordo com o actual Presidente da Câmara. Enfim, a coerência é uma coisa linda. Cá para mim, não foi só a mim que a entrevista de Pedro Santana Lopes surpreendeu.
Terça-feira, 14 de Julho de 2009
Perguntas e respostas
Todas as histórias tem um principio e o meu amor por Inglaterra começou quando vi pela primeira vez o Sim, Sr. Ministro, o Blackadder, o Fawlty Towers. O humor. Sempre apreciei a capacidade das pessoas de se rirem de si próprias, provavelmente porque eu não sou capaz de o fazer. Depois, a coisa alargou-se. A História. Perguntava-me um inglês há uns dias, como podia eu gostar da história da Inglaterra com e cito "all that blood". Pois bem, este ano dei em História as revoluções liberais começando na "Gloriosa Revolução de 1688". A minha professora deu-nos um esquema que resumia o Liberalismo em Inglaterra, esquema esse que começava com o João Sem Terra e a Magna Carta. Continuava para a formação do Parlamento, mais tarde a divisão entre Câmara dos Comuns e Câmara dos Lordes e depois pouco antes da revolução formaram-se os realistas (tories) e os whigs. No meu teste de História sobre essa matéria, a pergunta mais longa e que valia mais era qualquer coisa como: "descreva o processo que levou à Gloriosa Revolução". Eu escrevi tudo o que sabia. Gastei cerca de duas ou três folhas A4 e consegui a nota máxima na pergunta. O que me espantou e alguém que tenha conhecimentos mínimos em História sabe disso, foi a ideia da limitação do poder real. Numa altura em que todas as monarquias eram absolutas, em que os reis eram considerados os representantes de Deus na Terra, noção que vai sendo aperfeiçoada ao longo do tempo, a ideia que tinha de haver limitações ao Poder Real era para mim extraordinária.
A História diz muito acerca de um país e de um povo. Nós, os portugueses, tivemos tudo e perdemos tudo. Os franceses inventaram os Direitos Humanos mas depois chacinaram a aristocracia do país. Os americanos travaram uma espantosa guerra da independência quando estavam obviamente em desvantagem. E os ingleses sempre tiveram um fraquinho pelas Liberdades, pela moderação e pelo bom-senso. Não pretendo por isso dizer que Inglaterra é o país mais virtuoso do mundo. Isso não existe e se exisitisse os ingleses não estariam, de todo, em primeiro lugar. Muito pelo contrário: a políticas coloniais, um Rei que inventou uma Igreja porque se apaixonou e os rebentos do senhor que se mataram uns aos outros, Oliver Cromwell etc. Mas contudo, não consigo deixar de gostar e de admirar o país que produziu pessoas como Isabel I, Churchill, Francis Bacon, Dickens, Tolkien, Thatcher. (Uma vez li, não me recordo onde, a seguinte frase: "Quando toda a Liberdade acabar ela irá sempre existir em Inglatrra")
É por isto, Erik, que gosto de Inglaterra. É por isto, que gosto de História. E é por isto que quero que a minha especialidade seja História de Inglaterra. Preferencialmente noutro sítio que não aqui.
PS: Não te esqueças que hoje se celebra a tomada da Bastilha.
Nada

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Boa, boa, vamos adiar as causas polémicas para não termos de lídar com elas
Domingo, 12 de Julho de 2009
Do Estado cultural
A Lei de Murphy
Sábado, 11 de Julho de 2009
Não, mas agora a sério...
Ah bom! Isto ninguém me explicou!
E agora com a marcação das datas das legislativas e autárquicas, inclinou-se perante a maioria...
Mal ou bem?
Mal. Pensou: «Ah, vocês querem assim? Muito bem. Mas vão ser castigados a dobrar nas autárquicas.» Por mim, tudo bem, sou obediente e não votarei em nenhum desses partidos. O único argumento real que nós sabemos é que todos os partidos, à excepção do PSD, queriam as legislativas primeiro por suspeitarem que isso seria desfavorável ao PSD. Mas eu pergunto: isso é argumento que se apresente num país democrático?! Ora, o Presidente da República perdeu uma bela oportunidade de lhes dar uma lição! Preferiu, ao contrário, inclinar-se... para que não se diga amanhã que foi conivente com o PSD. E o que sucede é que neste momento o PS e os seus media que são numerosos e poderosos - estão desesperadamente a tentar colar Cavaco a Ferreira Leite e vice-versa, e a fazerem deles o "inimigo".
Manuel Vilaverde CabralSexta-feira, 10 de Julho de 2009
Novas Oportunidades - Lição 1 como não ter emprego mas manter a auto-estima
Frase do dia
Céptica

A razão pela qual não sou patriota
Precisa-se de matéria prima para construir um País Eduardo Prado Coelho - in Público - 25/08/2007
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL,DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO. Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos. Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porqueconseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país: Onde a falta de pontualidade é um hábito; Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memóriapolítica, histórica nem económica. Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns. Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.Não. Não. Não. Já basta.Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não noutra parte...Fico triste.Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados!
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimentocomo Nação, então tudo muda...Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias. Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREIQUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.E você, o que pensa ?... MEDITE !
Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Poucas hipóteses
Das eutanásias (2)
I would be in favour of people of sound mind being able to sign a legal document in the presence of medical professionals after a terminal illness has been diagnosed (but before their illness reaches a terminal state and only for a limited number of diseases), expressing their wish to be able to end their own life once their disease has reached an advanced stage.
Voluntary euthanasia for people who aren’t even ill opens up a whole world of problems that I have no desire to see appear in this country, but assisted suicide is humane and wholly justifiable on medical and moral grounds. Lord Falconer only lost the vote by 194 votes to 141 because it sounds like he left too much doubt over how, why and when assisted suicide could take place – but these questions can all be tackled one by one until the objections (bar the religious lobby who should be ignored as they have no right to tell me what to do) have all been addressed. It’s not often I say this about your articles, but this time I think you made the wrong call.
Das eutanásias
Comecemos pelo principio. Há dois tipos de eutanásia: a activa e a passiva. A primeira caracteriza-se por deliberadamente provocar a morte sem sofrimento do paciente, por fins misericordiosos. A segunda, por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer acções que tenham por fim prolongar a vida.
Esta questão de ser activa ou passiva é importante, porque uma quer dizer que se provoca deliberadamente e a outra significa que apenas se deixa de tratar o doente até ele acabar por morrer. Sendo uma questão importante, porque estabelece a diferente entre "acabar com a vida" e "deixar morrer", há outra questão que me parece ainda mais importante. É a questão da voluntariedade da eutanásia. Alguém que esteja doente, muito doente, que esteja a morrer, tem do meu ponto de vista, o Direito a morrer, sem sofrer mais. É basicamente o mesmo Direito que alguém normal tem da chegar a uma ponte ou a linha de comboio e atirar-se. É a mesma coisa quando uma pessoa tem um acidente e fica tetraplegica, sem se poder mexer. A eutanásia não deixa de ser aceitável nestes casos, se a pessoa estiver, claro, no domínio das suas faculdades mentais.
Contudo, a eutanásia involuntária e não voluntária ou seja por decisão de terceiros, é imoral. É a diferença entre um suícido assistido porque a pessoa pura e simplesmente não quer continuar a viver, e entre alguém que decide sobre a vida de outra pessoa. Se o doente não deixou testamento vital, não há argumento que justifique que alguém decida sobre a vida de outra pessoa, mesmo que essa pessoa esteja num coma profundo e não volte a acordar.
A eutanásia é uma questão moral. É aceitável que alguém queira morrer, porque é uma escolha nossa. Agora, a eutanásia não voluntária, seja passiva ou activa é sempre imoral e é aqui que eu discordo do Tiago. O seu texto envolve uma questão técnica sobre a questão de se receber ou não tratamento médico. O Tiago diz que: "será que uma qualquer pessoa tem o direito de exigir aos outros que a tratem? Ou melhor, será que é uma obrigação moral de um terceiro tomar conta e tratar um doente? Não. Não existe uma obrigação moral." Talvez não haja uma obrigação moral, mas por exemplo, para os médicos há um juramento. Pode não haver obrigação mas esta questão tem um grande fundo moral. Faço-te a pergunta ao contrário: Se alguém não quiser morrer, mesmo que esteja muito doente, não terá o Direito de receber tratamento? Mesmo que não tenha contribuido para a S.Social? Dever-se-há deixar a pessoa, pura e simplesmente morrer?
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Tenham vergonha

"Só desisto de Bruxelas se for eleita em Sintra"
Cara Ana Gomes
Esta ideia dos políticos acharem que podem desistir de um cargo para ir para outro é uma coisa que me supera. Não estamos no sector privado onde cada um pode mudar de trabalho quando quiser e se puder. Aliás, considerando a actividade política, é uma enorme falta de ética. Já aqui há um mês Paulo Rangel desiludiu-me e repetiu esta graça dizendo que voltava para Portugal caso o PSD ganhasse as eleições.
A verdade cara "eurodeputada" é que a senhora foi eleita. Foi eleita numas eleições democráticas. Se este conceito não lhe diz nada eu acrescento: as pessoas votaram em si ou no seu Partido, porque confiavam que ia fazer um bom trabalho em Bruxelas. As pessoas não votaram em si para depois ir para Sintra se ganhar essas eleições! Não se esqueça que em Sintra só votam os habitantes de Sintra. Para as europeias foi um país que votou, ou pelo menos deveria ter sido. É uma falta de respeito para as pessoas que votaram e que acreditaram em si.
Repito e é bom que perceba que é completamente inadmíssivel esta ideia de se ser eleito para um cargo e três meses depois ir para outro. A verdade é que se sabia que ia ter eventualmente de escolher entre um e outro só escolhia um deles. A sensação que passa e é esta, certamente, a sua ideia, é que ao menos se não ficar com um, fica com outro. E mesmo que já tinha sido eleita, isso não interessa nada, não deixemos isso intereferir!
Eu bem sei que hoje em dia os políticos fazem muito pouco por pura convicção mas ao menos podia disfarçar não lhe parece? Tenha vergonha.
Cumprimentos,
Daniela Major


